Como Evitar Erros Comuns na Precificação de Bebidas



Você já esteve em um daqueles momentos em que olha para a prateleira do bar e pensa: “Quanto mesmo eu cobrei por esse drink na última vez?” Se a resposta foi um suspiro profundo ou um olhar perdido, este artigo é para você. Vamos explorar o fascinante mundo da precificação de bebidas e descobrir como evitar os erros mais comuns. Não se preocupe, é mais fácil do que parece, e prometo que você não precisará de uma calculadora científica para acompanhar!

Primeiro, vamos esclarecer algo: precificar bebidas não é apenas sobre adicionar uma margem de lucro ao custo das bebidas e pronto. Ah, se fosse assim tão simples! O que muitos não percebem é que fatores como custos indiretos, variações de mercado e até mesmo a psicologia dos preços podem influenciar significativamente o quanto você deve cobrar. E não vamos esquecer dos impostos, que podem ser como aquele parente distante que aparece na festa apenas para comer seu bolo.

Um dos erros mais comuns na precificação é não levar em conta todos os custos envolvidos. Imagine que você comprou uma garrafa de rum por 50 reais. Se você simplesmente dividir o preço da garrafa pelo número de doses que ela rende, pode acabar com um preço que nem cobre os custos operacionais, como salários dos funcionários, eletricidade e, claro, as azeitonas para os martínis. Então, é importante considerar todos os custos fixos e variáveis. Se o rum custa 50 reais e você serve 10 doses, não significa que cada dose deve custar 5 reais. Pense em tudo o que envolve servir essa dose: copos, canudos, tempo do bartender e até mesmo o guardanapo sob o copo.

Outro erro clássico é não ajustar os preços conforme a demanda. Imagine que você está vendendo uma cerveja artesanal que virou febre entre seus clientes. Se o preço estiver muito baixo, você pode estar perdendo uma oportunidade de aumentar suas margens. No entanto, cuidado para não exagerar, ou você pode acabar com um estoque encalhado, olhando para você como um cachorro que não entende por que não pode comer chocolate. A chave aqui é encontrar um equilíbrio: precifique para maximizar o lucro, mas mantenha a clientela fiel e satisfeita.

A psicologia dos preços é outra aliada importante. Já notou como muitos bares e restaurantes usam valores que terminam em 9? Isso não é apenas um capricho estético. Nossa mente tende a perceber R$ 19,99 como significativamente mais barato que R$ 20,00, mesmo que a diferença seja mínima. Use esse truque a seu favor!

Agora, um exercício rápido para ver se você pegou o jeito. Suponha que você comprou uma garrafa de vinho por 40 reais, e ela rende 8 taças. Considerando os custos adicionais (como serviço, ambiente e outros custos operacionais) em 60% do preço da garrafa, qual seria o preço mínimo que você deveria cobrar por cada taça para não ter prejuízo?

a) R$ 8,00
b) R$ 10,00
c) R$ 12,50
d) R$ 15,00

Resposta correta: c) R$ 12,50. Vamos lá, a conta é simples. Com os custos adicionais de 60%, sua garrafa de 40 reais realmente custa 64 reais (40 + 24). Dividindo isso por 8 taças, cada taça precisa ser vendida a no mínimo R$ 8,00 para cobrir o custo básico. Para garantir lucro e cobrir outros custos operacionais, o preço ideal seria de R$ 12,50 ou mais.

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